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Pirata, mas classe A: sobre o consumo subalterno da pirataria de luxo

Este trabalho tem como proposta avaliar o consumo enquanto sistema de comunicação, significação e pertencimento. De forma mais especifica, estuda o consumo de bens piratas, bolsas de luxo falsificadas, e as relações sociais produzidas por esta prática a partir da perspectiva de que o consumo é capaz de definir modos de ser, trabalhar e atuar enquanto cidadão, ao passo que também movimenta um processo de inclusão social. Tomamos aqui a pirataria como um deslocamento do sistema tradicional de consumo que re-significa as práticas dominantes de compra, venda, distribuição, comercialização, economia e nos incita a repensar questões como a ética, classes sociais, política e informalidade.

Autor(a)(es) do estudo: 
Carla Gavilan Carvalho
Título Idioma 2: 
Sumário Idioma 2: 
Palavras-chave - Idioma 2: 
Título Idioma 3: 
Sumário Idioma 3: 
Palavras-chave - Idioma 3: 
Instituição ou Períodico: 
UFMT
Dados para citação: 
Outros dados (biblioteca, periódico, banca examinadora, etc):