Este trabalho tem como proposta avaliar o consumo enquanto sistema de comunicação, significação e pertencimento. De forma mais especifica, estuda o consumo de bens piratas, bolsas de luxo falsificadas, e as relações sociais produzidas por esta prática a partir da perspectiva de que o consumo é capaz de definir modos de ser, trabalhar e atuar enquanto cidadão, ao passo que também movimenta um processo de inclusão social. Tomamos aqui a pirataria como um deslocamento do sistema tradicional de consumo que re-significa as práticas dominantes de compra, venda, distribuição, comercialização, economia e nos incita a repensar questões como a ética, classes sociais, política e informalidade.
